Das nossas memórias

Nossas boas memórias
são como estrelas.
Ainda que a noite caia
e elas não apareçam,
sabemos que estão lá.
Apenas não podemos vê-las.
De quando em vez, porém,
uma ou outra cintila
longínqua, tímida,
mas persistente.
Carrega em seu brilho
o desejo ardente
de ser eterna
na imensidão da gente.

s.melo

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