Cinzas ao vento

Hoje não quero palavras.
Nem quentes, nem frias.
Aliás, só as desejo em poesias.
Outras tantas que me dizem
São como cinzas ao vento -
Vão e nunca mais voltam.
Perdem-se pelos caminhos de sul a norte,
Abandonam-me à própria sorte,
Neste mundo de mentiras.
Neste mundo de ilusão.



Comentários

  1. Mas ah, as poesias..
    Nelas não existem
    Palavras mornas.

    Beijo,
    Fabiano Favretto

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    1. Não são mornas, Fabiano, nunca serão!
      Beijos.

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  2. A poesia das palavras faz magia.
    GK

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    Respostas
    1. Faz sim, Gugu. E alivia a alma!
      Bjos

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