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Mostrando postagens de Abril, 2014

Ao sabor do vento

As estrelas que brilharam no infinito do meu ser
Já eram fragmentos sem razão.
O que me restava? 
Lembranças em flashback.

Onde foi que me perdi? 
Não sei.
Quando foi que parei de acender minhas estrelas?
Quando foi que me olvidei de ver a vida
E sua beleza? 

Que surpresa!

"Talvez foi quando começou a amar", sussurrou meu coração
Que contradição.
Imaginava que o amor
Me tornasse especial. 
Que pena!
Havia algo errado com meu coração.

"Então o amor é assim: a morte de um para a vida de outro ego?",
Mais uma vez questionou meu interior em frangalhos
Definitivamente não entendia. 
Sentenciei-me então
A não mais amar. 

Até que...

Em novos olhos brilharam outras estrelas,
E em meu peito fez brotar novo amor.
Reacendi as minhas (estrelas), 
Que meu coração incendiaram.

Encontrei-me.
Com certeza, 
Para outra vez me perder.